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Notícias da

Evolution

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Evolution na Marejada 2016

Evento que prestigia a cultura e as comunidades açorianas de Santa Catarina com diversas atividades culturais e folclóricas.

Em 2016 mais uma vez a Evolution Containers foi a empresa responsável por montar a estrutura de container com bares, lanchonetes, bilheterias, banheiros.

Precisa produzir eventos e ter uma estrutura que seja rápida de montar e desmontar e não se preocupar com estes detalhes? Chame a Evolution Containers.

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Evolution participa pela 4ª vez fornecendo produtos para a Oktoberfest em Blumenau - SC

Evolution Containers está pelo 4º ano fornecendo banheiros, escritórios, lojas e bilheterias tornando nossa Oktoberfest 2016 Blumenau - SC ainda melhor, mais bonita e estruturada.

Sucesso entre os frequentadores os containers Evolution deixam o público ainda mais curioso ao perceber a infinidade de produtos que podem ser produzidos utilizando containers e acabam se tornando mais uma atração.

Contando ainda com todos os benefícios ecológicos de reutilização de materiais com baixo custo de mão de obra e menos desperdício e limpeza, economizando tempo como também diminuição de poluentes pois não deixam resíduos de obras.

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Precisa de banheiros extras para seus eventos?

Faça como a Fire Up e chame a equipe Evolution que terá toda a dedicação e cuidado para ajudar a tornar o seu evento um sucesso.

A Evolution estará participando da Feijoada da Fire Up em Brusque - SC dia 10 de Setembro com o transporte e instalação de banheiros extras, tudo com equipe própria desde o transporte até o acompanhamento e instalação.

Entre em contato conosco você também e fique tranquilo.

A Evolution container atende em todo o Brasil com locação de containers, geradores, banheiros, escritórios, bares e restaurantes, tudo em container para o seu evento.

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Nos EUA, aluguel alto leva jovens a morarem em contêineres

Neste verão americano, o aluguel médio de um apartamento de um quarto em San Francisco subiu mais do que em Manhattan, impulsionado por um déficit habitacional alimentado em parte pela chegada de levas de pessoas que vêm minar o ouro da tecnologia.

E assim, como sempre acontece com essas cidades, as pessoas que não conseguem arcar com o aluguel são obrigadas a sair da cidade -- em Nova York, para o Brooklyn e cada vez mais para o Queens. Para os moradores de San Francisco, o refúgio é em Oakland, onde os preços também estão subindo. Tanto é assim que os jovens profissionais estão morando em contêineres reaproveitados, enquanto os sem-teto estão arrastando caixas para dormir sobre rodas.

Estas duas possibilidades de alojamento improvisadas surgiram em um bolsão industrial de Oakland, onde o aluguel médio subiu 20% em relação ao ano passado. Um desses projetos, em um armazém, é chamado de Containertopia, uma comunidade de jovens que criaram uma aldeia de contêineres de 15 metros quadrados, como os usados no porto de Oakland. Cada morador paga US$ 600 por mês (em torno de R$ 2.400) para viver em um recipiente que pode ser modificado com adicionais como isolamento, portas de vidro, tomadas elétricas, painéis solares e um banheiro independente.

O Containertopia foi criado no ano passado por Luke Iseman, 32, e Heather Stewart, 30, que eram casados. Para Iseman, que se formou na Universidade da Pensilvânia e trabalha com tecnologia -- mais recentemente, desenvolvendo sistemas automatizados para regar as plantas --, a vida no contêiner tem sido uma experiência de simplificação, que ele espera ensinar a outros.

"Se nós conseguimos em um dos lugares de maior custo do mundo", disse ele, "as pessoas podem fazer isso em qualquer lugar".

Bem na porta do armazém há outra comunidade que também mora em recipientes. Nela, os sem-teto moram em abrigos fabricados por um artista local chamado Gregory Kloehn, montados sobre rodas e feitos para as ruas. Cada um tem cerca de 2,5 metros de comprimento e a altura suficiente para uma pessoa se sentar.

"A estrutura não se encaixa em nossa mentalidade do que é uma casa", disse Kloehn, 44 anos, que começou a criar e oferecer as casas portáteis feitas de material reciclado em 2011. Oakland tem ao redor de 3.000 pessoas desabrigadas, de acordo com o projeto East Oakland Community Project, uma organização sem fins lucrativos que ajuda a abrigar as pessoas que vivem na rua; San Francisco tem aproximadamente 6.700.

Kloehn fez cerca de 40 caixas sobre rodas alegremente pintadas, persuadindo as pessoas a deixar papelão e lona nas ruas.

"Dentro desta cidade, com todo o seu dinheiro, há outra camada: esses povos nômades que vivem do nosso lixo", disse ele.

Stewart e Iseman montaram o Containertopia inicialmente em um terreno baldio da região, que eles compraram por US$ 425.000 com vários amigos. Eles foram forçados a sair na primavera deste ano, depois que os vizinhos reclamaram. (O zoneamento da área não permite residências; por enquanto, os proprietários estão cultivando uma horta lá, enquanto decidem o que fazer com o terreno.)

Em seguida, com 12 amigos e uma empilhadeira, Iseman e Stewart transferiram as casas de contêineres para um armazém fechado. Para serem habitáveis, os contêineres de Iseman, pintados de azul por dentro, precisam de um investimento de cerca de US$ 12.000, para uma cama tipo loft e uma janela cortada em uma lateral. Stewart ainda está trabalhando no contêiner dela, usando drywall e esculpindo uma bancada de cozinha a partir de uma tábua que ela extraiu de um tronco gigante.

A mudança de uma casa para um contêiner forçou-os a reavaliarem quase todas as suas prioridades. Stewart deixou o emprego em design digital para gerenciar o Containertopia e vendeu a maior parte de suas posses.

"Eu posso trabalhar em um escritório e pagar meu aluguel todos os meses e ficar estressada por não conseguir fazer qualquer outra coisa, ou eu posso viver em um armazém ridículo", disse ela. "A escolha é óbvia."

Kloehn, o artista, é mais conhecido por seu próprio lar, uma lixeira que virou um estúdio no lote de um coletivo de artes em Brooklyn, onde ele passa parte do ano. Sua outra casa é um estúdio em Oakland, no mesmo bairro industrial do Containertopia.

Anos atrás, Kloehn ficou fascinado com a forma como as pessoas sem-teto se apropriavam dos poucos recursos que tinham -- ou seja, o lixo de outras pessoas -- para fazer abrigos. Ele decidiu fazer o mesmo, criando pequenas habitações com remendos e a habilidade de um artista.

"Eu só estou aproveitando uma lição dos sem-teto", disse ele. "Eles fazem casas deste tipo de material há anos."

A uma quadra do estúdio de Kloehn, ao virar a esquina do Containertopia, encontramos uma de suas casas para os desabrigados, vivamente colorida com uma pintura trompe l'oeil que faz com que pareça uma microcasa suburbana.

"Esta casa é uma bênção", disse a mulher que mora nela. Ela se recusou a dar seu nome porque disse que tinha vergonha de morar nas ruas, pois já teve um emprego estável e uma casa de verdade.

Ela acrescentou: "Esta é a minha maneira de tentar voltar a ser o que eu era."

Tradutor: Deborah Weinberg

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Containers viram casas com apelo moderno e preços atraentes

São Paulo - Talvez para você um container não passe de uma caixa de aço para transporte de cargas ou de um banheiro portátil usado em grandes eventos, mas, para alguns arquitetos e clientes mais ousados, eles podem ir muito além.

Com um apelo sustentável e preços atraentes, os containers têm sido usados como moradia.

E engana-se quem pensa que eles se restringem a moradias populares. Lá fora, casas feitas com containers já chegam a ocupar áreas de 6 mil metros quadrados e não por menos já foram chamadas até de mansões.

É o caso do projeto feito pelo arquiteto australiano Todd Ziegler (foto), em Brisbaine, na Austrália. A mansão feita com containers tem 560 metros quadrados de área privativa, divididos em três andares, e não deixa nada a desejar em relação a outras casas nos quesitos luxo e design.

Modernos e sustentáveis

Pelo fato de serem reutilizados e produzirem menos entulho do que as construções convencionais, os containers têm sido vistos com bons olhos por compradores preocupados com questões de sustentabilidade, mas que não abrem mão de ter uma casa com ares modernos.

O arquiteto Rodrigo Marcondes Ferraz, sócio-diretor do FGMF Arquitetos, projetou uma pizzaria feita apenas com containers em Miami.

Ele comenta que os containers têm uma imagem popular por serem usados como banheiros em festas e como barracões de obras, mas com o apelo sustentável, e o aspecto que combina com a moda de decoração no estilo industrial, eles passaram a ser vistos como uma alternativa de moradia moderna.

“Por essa questão de sustentabilidade, e esse aspecto meio industrial que está na moda têm surgido mais projetos feitos com containers. Eles são procurados por pessoas que buscam uma pegada mais jovem e descolada”, diz Ferraz.

Ele ressalta, no entanto, que o sucesso da casa de container depende de um bom projeto. “Não adianta pensar que o container é a 'salvação da lavoura'. Na verdade, ele não é feito para ser uma casa, por isso precisa de uma série de adaptações”, afirma. 

O arquiteto Vitor Penha criou uma cozinha feita a partir de container para a revista Casa e Jardim, que ficou à mostra na Expo Revestir 2015, e uma pista de dança para o restaurante Maní, em São Paulo. Segundo ele, o cliente precisa apreciar um design mais arrojado para encarar uma casa de container.

“Os containers são uma solução bacana, mas é preciso gostar dessa estética alternativa, contemporânea. As tubulações, por exemplo, ficam aparentes e eles precisam de um projeto técnico por trás, com uma boa ambientação e iluminação para quebrar a noção de casa popular”, afirma Penha.

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